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Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia/demanda-por-tecnologia-aumenta-no-mexico-apos-terremoto/
Grandes terremotos já afetaram vários países do mundo, sempre causando uma árdua destruição, além da morte de várias pessoas. No dia 19 de setembro de 2017, um terremoto de 7,4 pontos na escala Ritcher atingiu cidades do México, ocasionando em incêndios e destruição de prédios. A tecnologia pode ajudar nesta catástrofe natural, podendo salvar muitas construções e vidas.
Mesmo sendo impossível evitar o acontecimento dos terremotos, a tecnologia em sensores captam sua ocorrência, amenizando nas consequências. Os sismógrafos preveem os tsunamis, que arremessam grande quantidade de água através dos tremores no oceano. Esses aparelhos sentem abalos mínimos que precedem os terremotos em grande escala. Assim, foram criados mapas com os locais que tem mais risco de sofrer com esses abalos sísmicos.
Em 2009, um grupo de pesquisadores da QCN, afirmaram que os acelerômetros dos smartphone e dos computadores ligados a nuvem podem prever abalos sísmicos. Além disso, a conexão a internet podem espalhar rapidamente a informação da ocorrência da catástrofe através dos sistemas de alerta rápido.
As redes sociais podem ajudar as vítimas desses impactos através das doações. O furação Harvey que ocorreu nos E.U.A gerou uma doação de aproximadamente 3.1 milhões de reais pelos usuários do Facebook em pouquíssimas horas. Além disso, a Google, a Amazon e a Apple também conseguiram um alto valor de doações de seus usuários.
O desenvolvimento de técnicas para as construções de prédios resistentes a terremotos
também ajudam a preservar prédios e evitar destruição. Após um terremoto, seguido por um tsunami em 2011 no Japão, vários prédios ficaram intactos e não foram destruídos.
Com toda a ajuda da tecnologia, infelizmente, países mais pobres que sofrem dos abalos sísmicos não conseguem amenizar seus impactos. Talvez, eles precisassem de mais ajuda de grandes nações, como os E.U.A.
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